Agronegócio

Esteio: conheça mais sobre suas funções em diferentes setores

Esteio: conheça mais sobre suas funções em diferentes setores

O esteio é utilizado tanto mundo agro quanto em construções civis

A técnica do esteio é muito conhecida no universo agricultor e seu uso é bem eficiente em cultivos de grande porte.

O esteio é procurado como alternativa mais elaborada para quem busca aumentar a quantidade de frutos na colheita.

esteio em construções

O que é esteio?

O esteio – também chamado de escora – é uma peça desenvolvida para o amparo e sustento de elementos de construção. Este instrumento serve para assegurar que o material em processo de construção fique fixo em um lugar específico e seu peso seja bem distribuído.

Outra utilidade sua é no processo de escoramento em lajes e vigas. No caso das vigas, o esteio necessita de certas peças adicionais, como chamado de ‘mão francesa‘, por exemplo. Para sua utilização é necessário que o espaço da estrutura seja calculado até o fundo da viga.

As escoras, em construções civis, são formadas por tubos ou de madeira ou de metal. Estes equipamentos se encaixam uns nos outros até formarem uma escora completa. A abertura de um esteio comum é de até 4,15 m. Quanto maior a abertura da escora, menor a carga que o equipamento é capaz de suportar.

Em construção residenciais, o uso de escoras é essencial para promover a sustentação dos tijolos e as vigas no período da obra. Muitas empresas de construção alugam as escoras, fazendo o seu uso de uma forma mais barata e sustentável.

O que é escoramento?

O escoramento é uma técnica muito utilizada na agricultura. Por este motivo, o processo serve para melhorar o rendimento do plantio, já que ajuda a fortalecer o solo.

Esta técnica causa impacto na agricultura a partir da aplicação de canos de bambu ou de mesmo de varas de madeira no plantio. O material é fixado junto ao caule da planta com a finalidade de suspendê-la e, com isso, orientar o seu crescimento. Seu uso nas plantações é provisório, e a utilização se dá no início da formação de uma lavoura ou na temporada de maior crescimento da plantação.

Já no universo da construção civil, o escoramento é uma etapa entre os processos de um obra. Em definição, o escoramento é um espécie de complemento, ou seja, um apoio no processo realizado pelo estio – que é a sustentação.

Seu principal objetivo é balancear o peso na sustentação pelas quais as escoras são responsáveis. Portanto, este processo implica em fazer com que o cimento, ainda fresco, promova segurança à obra – garantindo que o processo esteja bem sustentado.

O material preferível para ambas as técnicas é o de metal, devido a sua eficiência. Além disso, fornece segurança tanto na obra quanto na plantação, sendo possível realizar um bom aproveitamento do produto.

As diferenças entre os materiais vão além da maneira como são produzidos. Ambos variam de acordo com o tipo de obra e segmento desejado pelo produtor; da mesma forma que podem variar se houver um grande intervalo de tempo até o início da construção. Portanto, é preciso ficar atento às diferenças de cada um e às suas vantagens e desvantagens.

Uso do esteio

Diferença entre esteio de madeira e o esteio metálico

Em questões de produtividade, a escora de metal sai na frente como líder em eficiência. A grande vantagem para os clientes em questão de produto é o fato de ser possível regular a altura do equipamento de acordo com a necessidade da obra. Reduzir ou aumentar o material é uma das várias vantagens que o metal proporciona, além de dar segurança ao consumidor.

Acima de tudo, é importante citar que as escoras de metal também são sustentáveis. Apesar de o material usado na sua construção não ser natural, seu uso é ecológico. O esteio de metal tem o caráter de ser reutilizado por diversas vezes sem que perca a qualidade. Muitas empresas que investem em sua produção seguem por dois caminhos: ou vendem os materiais, ou alugam para grandes construtoras.

Além disso, seu manejo é fácil e não exige mão de obra especializada. Devido ao seu tamanho reduzido em largura, é de fácil armazenamento e não corre riscos de se desgastar com a facilidade dos esteios feitos de madeiras.

Em questões de utilização em obra, o material metálico possui fácil adaptação à qualquer tipo de construção. Dependendo da quantidade de carga que a obra demanda, é possível alugar esteios mais resistentes, lembrando que quanto menor for a abertura, mais peso é possível aguentar.

No caso do tempo de execução da obra, o uso das escoras metálicas otimiza tempo. O material não necessita ser produzido desde o início, como é feito no de madeira. O processo para produção da peça é maior que o tempo em que será utilizado, e sua durabilidade é bem menor.

No universo da agricultura, a escora de madeira também perde, pois o seu uso na produção da ferramenta é prejudicial ao meio ambiente. Isso porque, em muitos dos casos, é feito a partir de madeira não certificada e de maneira ilegal.

Como funciona o mercado da escora

O mercado da escora possui diversos segmentos, dentre eles a venda e a locação dos materiais. Em grandes construtoras civis, é comum a locação de escoras pela vantagem de fácil acessibilidade. Além disso, é um processo mais sustentável em função reutilização constante do material.

As empresas responsáveis pela fabricação do instrumento, estão voltadas para a produção em metal. O fato de ser mais duradouro e de maior eficiência atrai muitos empreendedores. Entretanto, o investimento neste mercado produtor é de médio à grande – pois a fabricação do material é consideravelmente cara. Contudo, o retorno financeiro é alto e compensa em ambos os lados.

Esteio na agricultura

A otimização de tempo e de materiais necessários para a fabricação do produto são alguns dos fatores que motivam e fazem o mercado produtor das escoras continuar crescendo. O preço geral da locação por escora gira em torno de R$ 5,00 por material. Fazendo com o que o consumidor alugue uma grande quantidade de escoras e renda receita ao produtor.

Em conclusão, o esteio se mostra mais do que eficiente mas sim essencial. Tanto no universo das construções civis como o da agricultura.

ACESSO RÁPIDO
    Joana Gall
    Joana Gall é técnica em agropecuária pelo Instituto Federal Catarinense e atua na pesquisa sobre as mulheres rurais de Camboriú, em Santa Catarina.

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