Arroz integral tem grandes taxas de produção e exportação

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13/09/2019 Por
Arroz integral tem grandes taxas de produção e exportação

Mais que um produto saudável aos brasileiros, o arroz integral está presente na lista de alimentos essenciais para nosso agronegócio

Assim como uma alimentação mais saudável precisa estar à disposição de todos, o arroz integral é o prato da vez que todos deveriam encontrar a um preço justo. Afinal, com a demanda do mercado, esta é uma circunstância de sucesso que garante forte importância econômica e muita rentabilidade ao mercado nacional.

Nosso agronegócio tem força para alimentar os mercados internos e externos com o tipo de arroz integral. Ou seja, nossa qualidade é reconhecida como grande diferencial frente à concorrência. Isso porque ele tem preços competitivos e ótimas propriedades em relação ao sabor, além de ser livre de defensivos agrícolas.

Arroz integral

O que é arroz integral?

Arroz integral é o tipo de arroz que tem os grãos descascados, sem polimento. Ou seja, um alimento que preserva seus nutrientes, garantindo a textura mais fibrosa, que requer mais tempo de cozimento e tem sabor amendoado.

Esse arroz descascado ainda apresenta coloração cinzenta ou amarelada, além de aparência meio “suja”, pois mantém a película externa de casca fibrosa. Enfim, ele tem inúmeros benefícios para nossa saúde graças aos nutrientes de sua composição, como cálcio e vitaminas.

Hoje em dia, o arroz integral é o tipo que anda conquistando tanto consumidores de diversas necessidades, quanto produtores. Afinal, sua película apresenta um óleo rico em propriedades nutricionais, como fibras e proteínas.

Tipos de arroz no cardápio brasileiro

Um dos grandes produtos com influência no agronegócio mundial, o arroz é parte do cardápio de milhões pessoas. Afinal, já é até uma tendência o mundo achar que o arroz integral é superior ao arroz comum.

Assim, a explicação é óbvia, pois o integral e o arroz branco são tipos de arroz que possuem altos níveis de nutrientes.

No caso do arroz integral, vale ressaltar que ele possui a casca, garantindo mais nutrientes essenciais para nosso corpo.

Desse modo, com esses dois tipos de arroz, podemos dizer que o brasileiro pode preferir o branco pelo sabor. Isso porque ele apenas avalia o paladar mais rústico e saudável do integral.

No geral, se você procura um alimento mais benéfico e natural, o arroz integral pode ter menos gosto, mas é a escolha ideal para aproveitar seus nutrientes.

Os benefícios do arroz integral

Como sabemos, os benefícios do arroz integral vão além das dietas. Afinal, ele é um alimento de alto valor nutricional. Como já dissemos, ele é o tipo de preferido por quem tem estilo de vida mais saudável.

Como todos sabemos, mesmo esse grão sendo integral, cai muito bem com vários tipos de pratos, incluindo o inseparável feijão. Entretanto, ele ainda acompanha e serve como ingrediente para outras receitas clássicas como saladas, bolinhos, sushis, doces e risotos.

O segredo do sabor está nas propriedades do arroz integral, pois a porção central desses grãos é composta por muito amido, fibras, lipídeos, minerais e vitaminas. Por outro lado, a camada externa é rica em nutrientes como:

  • Compostos fenólicos;
  • Proteínas;
  • Lipídeos;
  • Selênio;
  • Fósforo;
  • Vitaminas;
  • Minerais;
  • Cobre;
  • Potássio.

Arroz integral

Arroz integral e demais grãos no mercado de alimentos naturais

No mercado do agronegócio, o setor de alimentos naturais mantém o Brasil entre os grandes produtores. Isso acontece porque, além da promoção de mais saúde, o arroz integral é uma grande opção para você investir.

Qualquer mercado procura se adaptar visando atender às demandas relacionadas ao desejo do consumo. Em bom português, essa regra econômica quer dizer que se existe procura, existe demanda.

Por isso que o Brasil anda aumentando a oferta pelos tipos de alimentos mais naturais. Para confirmar isso, estudos internacionais recentes indicaram algo notável: apenas nessa década, o mercado de bebidas e alimentos saudáveis cresceu, em média, mais de dez pontos percentuais.

Embora as crises fossem intensas, milhares de consumidores mudaram o nível de consumo de alimentos para melhor. Ou seja, aderiram a um estilo de vida mais saudável, mesmo em condições econômicas adversas. Isso é excelente!

Para melhor análise, note que antes a população costumava pensar que alimentos naturais eram apenas uma modinha. Agora, essa rotina sobre o consumo de produtos pouco industrializados cresce dia a dia. A consciência está evoluindo, principalmente entre os mais jovens.

Em números, apenas no ano de 2016, o setor faturou quase cem bilhões de reais no Brasil. Dentro desse cenário, grãos como sementes e cereais como o arroz integral, quinoa, linhaça e aveia ganharam local de destaque na lista de compras, já que não são mais vistos como comida fútil e integram cardápios e dietas de muita gente.

Enfim, antes o consumo do arroz integral era limitado apenas a quem tinha poder de compra. Entretanto, o uso desses alimentos aumentou também sua oferta, possibilitando o surgimento de inúmeras lojas, até mesmo nos bairros populares.

Com isso, o resultado animou a cadeia de negócios. Até mesmo nas regiões em que a média salarial é baixa. Contudo, estamos ainda longe de aproveitar todo esse potencial, embora o start para os negócios já tenha começado.

Arroz integral

As propriedades do arroz na lógica do lucro

Sobre o arroz integral, uma das grandes propriedades do arroz – dentro do processo de industrialização – é a preservação das partes saudáveis do produto, já que não são removidos nutrientes essenciais para atrair mais consumidores.

Nesse processamento, apenas é retirada a casca. Dessa maneira, são mantidos os componentes mais benéficos em termos nutricionais, assim como é feito o processamento de um pão integral, por exemplo.

Em linhas gerais, nossa conclusão revela que seu valor de produto não é calculado pela análise de mercado. Contudo, tirando taxa de lucro, custo de produção e oferta e procura, o arroz integral conquista produtores e consumidores pela relevância do bem-estar. Ou seja, este conceito visa orientar o mercado para considerar custos e investir na produção e distribuição do alimento.

O que determina preços competitivos é o equilíbrio sobre os valores que cada cliente aceita, assim como o preço que é cobrado. Enfim, esse valor sobre o arroz integral não é determinante para aquecer o mercado, mas um componente essencial para consolidar cada vez mais a fidelização do consumidor final.

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